Como surgimos

A Stage One nasceu em Maio de 2012 numa conversa de fim de tarde entre Maria João Santos e Maria Manuel.

A trabalhar em Produção desde 2005, há muito que partilhavam o desejo de tornar esta área mais profissional e de prestar o melhor e mais eficiente serviço de gestão de projetos e espetáculos.
Da vontade de continuar a trabalhar nesta área e da experiência acumulada (que garante um know how significativo) criam a Stage One, com a ambição de ser uma plataforma firme para a realização de todo o tipo de acontecimentos.

A Stage One assumiu o compromisso de fazer um trabalho sério e responsável, com energia e ambição em abraçar novos desafios, privilegiando o protagonismo dos projetos dos nossos clientes - seguindo a velha máxima: “o melhor trabalho de produção é aquele que não é notado”.

Produção executiva, coordenação de projetos, marcação e preparação de digressões, receção de artistas nacionais e internacionais, organização de logística de transportes e acolhimento foram algumas das competências desempenhadas para entidades de referência como o Teatro Nacional D. Maria II, a Fundação Calouste Gulbenkian, o Hot Clube de Portugal, a European Union Youth Orchestra, as Produções Fictícias, a Companhia de Ópera do Castelo, o Santiago Alquimista ou o Teatro Meridional.

No passado, destaca-se o trabalho com artistas como Joana Carneiro, Maria João e Mário Laginha, André Fernandes, José Peixoto, Filipe Melo, Diogo Infante, Gonçalo Waddington (nos seus projetos de teatro), Raquel Castro, Companhia Caótica, entre outros, as peças de teatro “Preocupo-me, Logo Existo!”, “Os 39 Degraus”, “Rosmersholm”, "At most mere minimum", "MacBain", "Albertine - um continente celeste", "Os dias são connosco", iniciativas como o “Jazz às Onze” do Hot Club Portugal com a Egeac e a Carris (desde 2008 a 2011), e a coordenação de equipas e artistas no alkantara Festival 2010 e no Palco Sunset do Rock in Rio 2012.

Colaboraram com a Fundação Calouste Gulbenkian desde 2005 na prestação de serviços para diferentes departamentos da Fundação, como o Serviço de Música na produção e coordenação da exposição comemorativa “Ponto de Fuga – 50 anos de Orquestra” e na assistência à Orquestra Gulbenkian; e o Projeto Gulbenkian Educação para a Cultura e Ciência (PGECC) em iniciativas como “O Dia da Criatividade" (PGEC/FCG e AGECOP) e “Palavras daqui, dali e dacolá” (PGEC e Próximo Futuro), entre outras.

A Stage One desenvolveu ainda um trabalho próximo e de continuidade com vários artistas como Fernando Mota, Cláudia Andrade, Carla Galvão, Crista Alfaiate, Simão Costa, Margarida Mestre, entre outros.